Nutricionista Itaim Bibi – Dra Tatiane Ramos

Conteúdo completo sobre intestino irritável (SII) e SIBO (com ciência e direcionamento prático)

Intestino irritável ou SIBO? Diferenças, sintomas e como investigar com segurança

Barriga inchada, gases, dor abdominal e alterações do intestino podem ter origens diferentes. Em algumas pessoas, o quadro se encaixa mais em síndrome do intestino irritável (SII); em outras, pode haver suspeita de supercrescimento bacteriano (SIBO) — além de intolerâncias, FODMAPs, disbiose e efeitos de estresse e sono ruim. Aqui você vai entender as diferenças mais importantes e quais passos fazem sentido antes de “cortar tudo”.

  • Barriga inchada e gases após refeições (principalmente ao longo do dia)
  • Dor abdominal que pode melhorar após evacuar ou piorar com estresse
  • Alternância entre diarreia e constipação, urgência e sensação de evacuação incompleta
  • Dúvida se é SII, SIBO, intolerância à lactose, sensibilidade ao glúten ou FODMAPs

Se você se reconhece nesses sinais, este guia vai te ajudar a organizar o raciocínio: o que tende a sugerir SII, o que pode levantar suspeita de SIBO, quais sinais de alerta merecem avaliação médica e como ajustar alimentação e rotina com clareza (sem radicalismo).

Tatiane Ramos, nutricionista em São Paulo (Itaim Bibi) e online — intestino irritável (SII), SIBO e saúde intestinal

Intestino irritável ou SIBO: por que é tão fácil confundir?

Gases, distensão abdominal e dor na barriga podem acontecer por vários motivos — e, muitas vezes, mais de um fator atua ao mesmo tempo (alimentação, estresse, sono, microbiota, ritmo de refeições e sensibilidade intestinal). Por isso, é comum que pessoas com sintomas recorrentes fiquem em dúvida entre síndrome do intestino irritável (SII) e SIBO.

Mais compatível com SII

Dor/ desconforto recorrente com alteração do hábito intestinal, relação com estresse e melhora após evacuar em muitos casos.

Mais suspeito para SIBO

Distensão importante após refeições, gases marcantes e padrão que pode piorar com certos carboidratos fermentáveis.

Pode ser mistura

Intolerâncias, FODMAPs, disbiose, hábitos e ansiedade podem coexistir. O caminho é investigar com critério, sem cortes aleatórios.

SII e SIBO: o que são (em linguagem direta)

A síndrome do intestino irritável (SII) é um distúrbio funcional: há alteração do funcionamento e hipersensibilidade intestinal, com sintomas como dor, gases e mudança do hábito intestinal (diarreia, constipação ou alternância), sem uma lesão estrutural evidente.

Já o SIBO (supercrescimento bacteriano no intestino delgado) é uma hipótese quando há sinais de fermentação e produção de gases no lugar errado, levando a distensão, desconforto e alterações do intestino. A confirmação costuma envolver avaliação médica e, em alguns casos, testes respiratórios.

Importante: a diferença não é para “autodiagnóstico”. Ela serve para orientar um caminho mais lógico: o que observar, o que testar com segurança e quando faz sentido investigar com gastroenterologista.

Sinais de alerta: quando investigar com mais cuidado

Sangue nas fezes ou fezes muito escuras

É sinal de alerta e merece avaliação médica.

Febre, prostração importante ou desidratação

Sede intensa, tontura, fraqueza e pouca urina exigem atenção rápida.

Perda de peso sem explicação

Quando ocorre junto de sintomas persistentes, precisa ser investigada.

Sintomas noturnos frequentes

Acordar para evacuar com frequência costuma merecer investigação.

Dor intensa, localizada e progressiva

Principalmente se piora com o tempo: precisa de avaliação.

Quadro persistente por semanas

Se os sintomas não melhoram, vale avaliar causas e exames com critério.

Diferenças práticas: o que observar no seu padrão de sintomas

A comparação abaixo não substitui diagnóstico, mas ajuda a organizar o raciocínio. Observe relação com evacuação, padrão após refeições, gatilhos e contexto (estresse, sono, rotina).

1) Dor que melhora após evacuar

É um padrão frequentemente descrito em SII, junto de alteração do hábito intestinal (diarreia, constipação ou alternância).

2) Distensão importante após refeições

Pode aparecer em SII, mas quando é muito marcante pode levantar suspeita de fermentação/disbiose e, em alguns casos, SIBO.

3) Gatilhos comuns: FODMAPs, lactose, poliálcoois

Alimentos fermentáveis podem piorar gases e estufamento. O ponto é testar com estratégia e reintroduzir — não “zerar para sempre”.

4) Estresse e sono ruim como amplificadores

Em SII isso costuma ser muito claro: o intestino fica mais reativo, com urgência, dor e hipersensibilidade.

5) Diarreia, constipação ou os dois

SII pode ser com predominância de diarreia, constipação ou alternância. SIBO também pode cursar com diarreia ou constipação, dependendo do padrão de gases.

6) Por que “testar suplementos” pode atrapalhar

Probióticos, prebióticos e fibras podem ajudar ou piorar, dependendo do momento e do tipo de sintoma. O ideal é ajustar com critério.

Um detalhe importante: nem tudo que “parece SIBO” é SIBO

Intolerância à lactose, sensibilidade a FODMAPs, disbiose pós-antibiótico, excesso de cafeína/álcool e padrão alimentar irregular podem reproduzir os mesmos sintomas. Por isso, o caminho mais eficiente costuma ser um plano de observação + ajustes direcionados + investigação quando indicada.

O que costuma piorar e o que testar com segurança (sem “cortar tudo”)

Se isso piora seus sintomas…Experimente essa estratégia (mais segura)
FODMAPs em excesso (muitas fermentações no dia)Redução temporária e guiada + reintrodução por grupos, para não “empobrecer” a dieta
Leite e derivados (suspeita de lactose)Pausa curta + teste estruturado de reintrodução; avaliar quantidade e tipo de lácteo
Adoçantes (sorbitol, manitol) e “produtos diet”Reduzir por 10–14 dias e observar gases/diarreia; preferir opções sem poliálcoois
Café, álcool e bebidas gaseificadasReduzir em fase de crise; retomar com dose/horário e observação do padrão
Longos períodos sem comerRefeições menores e mais regulares para reduzir irritação e urgência
Fibras “de uma vez” (saladas cruas grandes)Preferir legumes cozidos e ajuste gradual de fibras (ex.: psyllium, quando indicado)

Regra de ouro: o objetivo não é viver em restrição. É reduzir sintomas com estratégia, preservar variedade alimentar e construir um plano que funcione na sua rotina.

Como organizar o dia para reduzir sintomas (na prática)

Em SII e em quadros com suspeita de SIBO, o que costuma ajudar é reduzir o “caos” do dia: refeições previsíveis, atenção a bebidas/adoçantes, ajuste gradual de fibras e manejo de estresse.

1

Regularidade vence “perfeição”

Refeições menores e mais regulares costumam reduzir urgência, dor e sensação de estufamento.

2

Mapeie 3 gatilhos prováveis

Ex.: café, álcool no fim de semana, adoçantes/poliálcoois, leite, excesso de fermentáveis no mesmo dia.

3

Teste curto, com reintrodução

Retirar “para sempre” aumenta ansiedade. Melhor fazer testes de 10–14 dias e reintroduzir de forma guiada.

4

Se é recorrente, personalize

Fibras, probióticos/prebióticos e estratégias para microbiota mudam conforme o seu padrão de sintomas.

Perguntas frequentes sobre intestino irritável e SIBO

Reuni dúvidas comuns para ajudar você a entender diferenças, sinais de alerta e quais ajustes fazem sentido antes de entrar em uma rotina de restrições. Atendimento no Itaim Bibi (São Paulo) e online.

Qual a principal diferença entre SII e SIBO?

SII é um distúrbio funcional com hipersensibilidade intestinal e alteração do hábito intestinal. SIBO é uma hipótese de supercrescimento bacteriano no intestino delgado, que pode aumentar fermentação e gases. A diferença ajuda a orientar testes e condutas, mas a avaliação clínica é essencial.

Como saber se meus gases e distensão sugerem SIBO ou SII?

Observe o padrão: relação com evacuação, gatilhos (FODMAPs, lactose, adoçantes), intensidade após refeições e influência de estresse/sono. Distensão marcante pós-prandial pode levantar suspeita, mas não confirma sozinha.

Intestino irritável pode dar diarreia e constipação?

Sim. Há SII com predominância de diarreia, de constipação ou com alternância. A sensação de evacuação incompleta e urgência também podem ocorrer.

Teste do hidrogênio expirado serve para SIBO?

É um dos métodos utilizados para investigação, geralmente indicado e interpretado em conjunto com gastroenterologista. A preparação e a leitura do resultado fazem diferença.

Low FODMAP ajuda em SII? E em SIBO?

Low FODMAP pode reduzir sintomas em muitas pessoas com SII, mas deve ser temporária e seguida de reintrodução. Em suspeita de SIBO, às vezes reduz desconforto, mas não é “tratamento único”. O plano precisa ser individual.

Preciso cortar glúten e lactose de uma vez?

Não automaticamente. Cortes amplos sem critério podem piorar a relação com a comida e dificultar identificar o verdadeiro gatilho. O melhor é testar de forma estruturada e por tempo definido, com reintrodução.

Probiótico pode piorar gases e distensão?

Pode acontecer, especialmente se o intestino está muito reativo ou se o tipo/dose não é adequado ao seu padrão. Por isso, probiótico não é “automático”: ele precisa de estratégia.

Quando procurar ajuda profissional?

Se há sinais de alerta, se os sintomas são recorrentes, se atrapalham sua rotina ou se você está preso em restrições. Atendimento no Itaim Bibi (São Paulo) e online.

Intestino irritável ou SIBO: como diferenciar os sintomas e quando investigar

Intestino irritável ou SIBO é uma dúvida muito comum em quem convive com barriga inchada, gases, dor abdominal e mudança do hábito intestinal. Em alguns casos, o quadro se encaixa mais como síndrome do intestino irritável (SII) — com hipersensibilidade intestinal e relação com estresse e rotina. Em outros, pode surgir a suspeita de SIBO (supercrescimento bacteriano), especialmente quando a distensão após refeições é marcante. O ponto central é não partir para restrições amplas sem critério: primeiro, organize o padrão dos sintomas e os possíveis gatilhos.

A diferença entre SII e SIBO não é uma regra simples. Na SII, é comum a dor variar em intensidade e piorar em fases de ansiedade e estresse, com episódios de diarreia, constipação ou alternância. Muitas pessoas percebem melhora parcial após evacuar e descrevem urgência ou sensação de evacuação incompleta. Já quando há suspeita de SIBO, o destaque costuma ser distensão abdominal após refeições, fermentação aumentada e desconforto mais previsível com certos carboidratos. Ainda assim, esses sinais se sobrepõem: por isso, observar padrão e contexto importa mais do que um rótulo.

Um erro comum é concluir que “se dá gases, é SIBO”. Gases e distensão podem ocorrer por intolerância à lactose, por sensibilidade a FODMAPs (carboidratos fermentáveis), por uso frequente de adoçantes (sorbitol, manitol), por excesso de café e álcool, por constipação e também por disbiose. Em alguns casos, o intestino fica mais reativo após antibióticos, viagens e rotina irregular, reforçando sintomas que lembram SIBO. A estratégia mais eficiente costuma ser: ajustar o que é óbvio, testar hipóteses com prazo e reintrodução — e investigar quando indicado.

Se os episódios vão e voltam, é comum a sensação de dor abdominal sem diagnóstico. Isso não significa que a dor seja “psicológica”: significa que, muitas vezes, estamos diante de um quadro funcional (como SII) ou de gatilhos alimentares e de rotina que se somam. O que ajuda muito é identificar: se piora após refeições, se há alimentos específicos (lactose, poliálcoois, excesso de fermentáveis), se há períodos longos sem comer, se há piora com estresse e sono ruim, e se a dor é acompanhada de distensão e gases.

Quando a dúvida é “SIBO ou intestino irritável?”, alguns exames podem ser discutidos com o gastroenterologista, conforme o caso, como teste respiratório (hidrogênio/metano), além de exames para descartar inflamação e outras causas quando há sinais de alerta. A investigação faz sentido quando os sintomas são persistentes, recorrentes, limitam a vida social, ou quando a pessoa já tentou várias estratégias sem direção e ficou presa em um ciclo de restrições.

Mesmo quando não há “cara de infecção”, alguns sinais pedem atenção: sangue nas fezes, perda de peso sem explicação, febre, dor intensa e localizada, sintomas noturnos frequentes (acordar para evacuar), ou piora progressiva. Nesses casos, a prioridade é avaliação médica e investigação. Quando esses sinais não estão presentes, a estratégia costuma ser mais conservadora e inteligente: regularidade, ajustes de fibras conforme tolerância, redução de irritantes (café/álcool/adoçantes), e testes curtos e guiados de FODMAPs e lactose.

Na prática, o que mais melhora sintomas é reduzir a soma de gatilhos do dia: excesso de fermentáveis em várias refeições, longos jejuns, comer muito rápido, pouca hidratação, sono ruim e estresse acumulado. É comum a pessoa melhorar quando troca “perfeição” por previsibilidade: refeições menores e regulares, escolhas mais simples em fases de crise e reintrodução planejada para não empobrecer a dieta.

Como a nutrição ajuda: em SII, o foco é reduzir hipersensibilidade e estabilizar o hábito intestinal com estratégia (rotina, fibras, gatilhos, reintrodução e comportamento alimentar). Em suspeita de SIBO, o objetivo é organizar sintomas e encaminhar investigação quando indicada, sem cair em dietas restritivas prolongadas. Eu atendo no Itaim Bibi (São Paulo) e online.

Sobre a profissional

Sou Tatiane Ramos, Nutricionista (CRN3 73298), com atuação focada em comportamento alimentar, saúde intestinal e saúde mental aplicada à alimentação.

No consultório, não trabalho com dietas prontas ou propostas extremas. O foco é compreender a história alimentar, o momento de vida, a rotina, o intestino e a saúde mental, para que a alimentação se torne possível, organizada e mais tranquila.

Minha prática clínica integra conhecimentos de nutrição, neurociência da alimentação, eixo intestino–cérebro e comportamento alimentar. Isso permite olhar para além do “o que comer” e entender como, quando e por que

Atendo presencialmente no Itaim Bibi (São Paulo – SP) e também online, em um formato que valoriza escuta, acolhimento e continuidade — sem pressa, sem promessas rápidas e sem dietas que não cabem na sua vida real.

Tatiane Ramos, nutricionista comportamental especializada em saúde intestinal e saúde mental no Itaim Bibi

Para quem é o acompanhamento em Nutrição Comportamental

Indicado para quem percebe que a alimentação é influenciada por ansiedade, estresse, rotina, sono e autocobrança — e não apenas por “força de vontade”. O acompanhamento ajuda a reduzir a ansiedade alimentar, organizar a relação com a comida e construir uma rotina mais estável e possível, sem dietas extremas ou soluções radicais.

Para quem come para aliviar emoções

Situações em que a comida aparece como uma forma de aliviar ansiedade, frustração, irritação, solidão ou exaustão — e depois surgem culpa ou arrependimento.

Para quem vive episódios de compulsão ou perda de controle

Momentos de comer rápido ou em maior quantidade, com sensação de não conseguir parar, seguidos de desconforto físico e autocrítica.

Para quem belisca ao longo do dia ou come mais à noite

Padrão de beliscos frequentes, especialmente no fim do dia, quando o cansaço e o estresse aumentam e fica mais difícil manter uma alimentação organizada.

Para quem vive ciclos de restrição e exagero

Alternância entre períodos de regras rígidas e controle, seguidos por episódios de exagero, culpa e tentativas de compensação.

Para quem não reconhece fome e saciedade com clareza

Comer no automático, dificuldade de perceber sinais do corpo, confusão entre fome física e emocional e sensação de parar apenas quando já existe desconforto.

Para quem percebe que estresse e sono afetam o apetite

Aumento da vontade por determinados alimentos em fases de sono ruim, sobrecarga emocional ou pressão no dia a dia, com impacto na constância alimentar.

Minha abordagem em Nutrição Comportamental

O objetivo do acompanhamento é ajudar você a entender por que come como come, reduzir episódios de ansiedade alimentar, compulsão e fome emocional, e construir uma rotina mais estável e possível. A abordagem integra comportamento alimentar, saúde intestinal, rotina e saúde mental — sem dietas extremas ou propostas de “tudo ou nada”.

Avaliação detalhada da sua história com a comida

Conversamos sobre como a alimentação se organiza hoje: momentos de fome emocional, episódios de perda de controle, tentativas de dieta, relação com o corpo, rotina, sono, estresse, saúde intestinal e situações em que comer fica mais difícil.

Plano alimentar flexível e possível

Em vez de uma dieta pronta, construímos um plano alimentar ajustado à sua realidade, comendo de forma estruturada, incluindo alimentos que você gosta, organizando lanches e refeições para reduzir impulsos, beliscos constantes e sensação de descontrole.

Trabalho contínuo com emoções e rotina

Acompanhamento periódico para observar gatilhos, identificar padrões, ajustar estratégias, acolher recaídas e fortalecer novos hábitos — integrando alimentação, manejo do estresse, sono, intestino e saúde mental, sempre dentro do que é possível para você.

Localização

Atendimento presencial no Itaim Bibi, São Paulo — espaço diferenciado e acolhedor, com foco em cuidado e privacidade.

Endereço: Rua Viradouro, 63 – 2º andar • Itaim Bibi – São Paulo, SP

Horário: Segunda a Sexta, das 8h às 19h

Atendimento: Presencial e Online

Pontos próximos:: Faria Lima, Shopping Iguatemi, Rua Tabapuã e Joaquim Floriano.

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Nutricionista especializada em Intestino, Comportamento Alimentar e Qualidade de Vida através da alimentação.

Meu atendimento e tratamento  nutricional contempla uma avaliação 360º da sua saúde.

Benefícios que você pode sentir com o acompanhamento em Nutrição Comportamental

A nutrição comportamental integra alimentação, emoções, rotina, sinais do corpo e saúde intestinal. Ao longo do processo, é possível reconstruir uma relação mais tranquila com a comida, reduzir impulsos, fortalecer consciência alimentar e organizar escolhas de forma leve e sustentável.

Menos impulsos e menos episódios de compulsão

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Mais consciência sobre fome e saciedade

Reconexão com sinais internos, diferenciando fome física de fome emocional e evitando excessos.

Alimentação mais estável ao longo do dia

Rotina mais organizada, menos “picos de fome”, melhora no foco e na energia durante o dia.

Menos culpa após comer

Relação mais leve com a comida, sem a sensação de fracasso, autocobrança excessiva ou rigidez alimentar.

Redução da ansiedade alimentar

Estratégias práticas para lidar com momentos de estresse, cansaço e emoções que afetam as escolhas alimentares.

Mais qualidade de vida e autonomia

Capacidade de organizar sua alimentação com segurança, previsibilidade e sem dietas restritivas.

Última atualização: 2025-12-08

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